
p'din
Used to be your girl, now I'm used to being the GOAT. You're sittin' on your feelings, I'm sittin' on my throne. I ain't got no time for the troubles in your eyes, This time I'm only lookin' at me, myself, and I
RP ACCOUNT
MDNI
| do not interact : |
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| Esta é uma conta de roleplay. Se você não concorda com o conteúdo, por favor, evite interagir. Din é uma personagem significativa para quem a interpreta (OOC), então pedimos que sejam gentis. A pessoa por trás da Din tem uma rotina de trabalho 5x2 (CLT), então, por favor, seja compreensivo ao fazer qualquer pedido ou cobrança. |
| ㅤdo not follow :ㅤ |
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| se você não gosta de piadas sarcáticas, boa música, garotas lésbicas asiáticas que cresceram jogando pokémon e tem o melhor momento do mundo se está junto de seus amigos. filha única, então dêem bastante amor para ela, ok? |


| details | |
|---|---|
| name | "Din" Kasama Wathinwanit |
| age | 31yo 11.06.94 |
| pronouns | she/her |
| bio | heiress of the watin group, majesta&co owner |
ㅤABOUTㅤ Din é uma empresária tailandesa que explora o mundo. Uma herdeira rica e bem-sucedida, ela tem tudo o que alguém poderia desejar. O desafio de viver a vida na Coreia agora é outro: novo lugar, novos amigos e novas paixões.



| contact |
|---|
| ㅤdiscord:ㅤㅤjustjurinata |
| ㅤbsky:ㅤㅤdinhrt.bsky.social |
| ㅤtelegram:ㅤㅤsourgrxpes |



current: bitch, 나는 솔로
watching: somewhere somehow
playing: assassin's creed
listening: 7 rings - ariana grande
| anime / movie / shows |
|---|
| Bleach |
| Dragonball |
| Jujutsu Kaisen |
| Harry Potter |
| Star Wars |
| Interstellar |
| The last of us |
| Squid game |
| Friendly Rivalry |
| books / manga / webtoons |
|---|
| The Guy She Was Interested in Wasn't a Guy at All |
| Love Story |
| What does the fox says |
| Soulmate |
| hobbies |
|---|
| readING |
| singIN in THE bathroom |
| drinkING coffee |
| PILATES |
| music / band / idols | |
|---|---|
| ARIANA GRANDE | RIHANNA |
| CHAPPELL ROAN | bLACKPINK |
| bAD BUNNY | YOUNG MIKO |
| bABYMONSTER | ZACK TUBUDLO |
| bINI | 4EVE |
| ACT I |
|---|
| O sol de Chiang Rai tem um brilho que eu nunca consegui encontrar em nenhum outro lugar do mundo, nem mesmo nos diamantes mais puros que passam pelas minhas mãos em Gangnam. Cresci com o cheiro da terra molhada e o som do vento nas plantações de chá do Grupo Watin. Como a filha do irmão mais velho, meu destino estava traçado antes mesmo de eu aprender a somar: eu seria a guardiã das fazendas, a herdeira da tradição. |
| Meu pai me ensinou a cuidar das finanças antes mesmo de eu terminar a escola. Eu amava os números, mas minha paixão real era secreta. Eu não queria apenas gerenciar o império da família; eu queria criar o meu próprio. Queria transformar a beleza bruta da natureza em algo que as pessoas pudessem carregar junto ao corpo. |
| Minha única cúmplice naquela época era Rose Chomnam. Ela morava na fazenda vizinha e foi o meu primeiro amor — aquele tipo de sentimento que a gente guarda no peito como um tesouro escondido. Mas o tempo, esse mestre cruel, nos afastou. Rose partiu para os Estados Unidos com a mãe e o silêncio dela se tornou um abismo onde nunca mais consegui lançar uma ponte. |
| Hoje, aos 31 anos, meu cenário é outro. Troquei as montanhas da Tailândia pelos arranha-céus de Seul. Com o apoio do meu pai — que, apesar da distância, ainda é meu maior mentor — fundei a Majesta & Co. Minha joalheria em Gangnam não é como as outras, frias e impessoais. Eu criei um refúgio. Quero que cada peça conte uma história, que cada cliente sinta o peso do design e o significado por trás da gema. É um negócio de luxo, sim, mas é pessoal. É a minha alma exposta em vitrines de vidro temperado. |
| Mas, claro, o sucesso tem um preço. E o preço, para o meu pai, atende pelo nome de "continuidade". Toda vez que o telefone toca e vejo o código da Tailândia, já sei o que virá: cobranças silenciosas por uma nora, por netos, por uma vida que se encaixe nos moldes tradicionais dos Wathinwanit. |
| Minha paz em Seul dura até que minhas primas decidem aparecer. |
| Wayo, que é tenente da polícia e parece ter energia para iluminar a cidade inteira, é quem mais me tira do sério. Ela sempre me arrastou para todos os cantos de Chiang Rai e Chiang Mai, geralmente com a Fai, a nossa caçula, a reboque. Já a Apo, que cuida da rede de hotéis, sempre foi a mais centrada, a que se cansou primeiro das nossas bagunças de infância e hoje mantém uma distância elegante de nossas loucuras. |
| Wayo estava jogada no meu sofá de couro, em meu apartamento de luxo, observando a vista de Gangnam como se estivesse planejando uma operação tática. |
| — "Din, você está mofando nesse castelo de joias," ela disse, girando o celular entre os dedos. — "O papai não vai parar de te cobrar até você mostrar que tem uma vida além desses contratos." |
| Foi então que ela me apresentou o Heartify. |
| Ela me explicou que era um produto da Mirae Connect. Não era apenas mais um aplicativo de encontros fúteis; era o ápice da tecnologia coreana aplicada às relações humanas. Algo discreto, eficiente, feito para quem não tem tempo a perder com conversas rasas. |
| — "Trinta mil pessoas já estão usando, Din. É simples, direto. O sistema faz o trabalho pesado de encontrar alguém compatível com você," Wayo insistiu, já baixando o app no meu celular antes que eu pudesse protestar. |
| Eu olhei para a tela. A promessa era de conexões reais em uma rotina acelerada. Para o mundo, eu sou a herdeira do Grupo Watin, a dona da Majesta & Co., uma mulher que tem tudo sob controle. Mas, no fundo, enquanto o aplicativo carregava, eu só conseguia pensar se, em algum lugar entre esses algoritmos e códigos, existia um rastro daquela garota da fazenda vizinha que eu nunca consegui esquecer. |
| O resto, como dizem, depende de quem está do outro lado da tela. E eu nunca tive tanto medo — ou tanta esperança — de um "match". |
| Encarar a tela daquele celular era, estranhamente, mais intimidador do que negociar um lote de diamantes raros em Antuérpia. Se a Wayo suspeitasse por um segundo que eu estava hesitando, ela seria capaz de mobilizar uma viatura inteira só para me escoltar até o primeiro encontro. Respirei fundo, sentindo o aparelho pesado na palma da minha mão como uma gema bruta que eu ainda não sabia como lapidar. |
| Sob o coro de risadinhas da Wayo e os palpites incessantes da Fai, comecei a preencher o meu perfil no Heartify com a mesma precisão cirúrgica que dedico às coleções da Majesta & Co. Eu não queria ser apenas a "herdeira intocável" do Grupo Watin, mas Seul me moldou como uma mulher de negócios de 31 anos, e essa armadura é difícil de tirar. |
| No campo da biografia, meus dedos pairaram sobre o teclado antes de registrar que, embora eu vivesse entre o brilho de Gangnam, meu coração ainda pertencia ao silêncio das fazendas de Chiang Rai. Escolhi uma foto onde as luzes da cidade refletiam no meu rosto, mas meus olhos... eles entregavam uma busca por algo que nenhum algoritmo da Mirae Connect poderia garantir. Marquei a opção de busca por mulheres e, com um toque definitivo, lancei minha sorte na rede. Agora, restava saber se, entre milhares de usuários, alguém teria a visão aguçada o suficiente para enxergar a mulher por trás do sobrenome. |












Debí tirar más foto' de cuando te tuve, Debí darte más beso' y abrazo' las veces que pude...
Ojalá que los mío' nunca se muden, Y si hoy me emborracho, pues que me ayuden.











